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Archive for the ‘Ingredientes – Dicas’ Category

Se você ainda não usa ervilhas congeladas, vale a pena experimentar. Você vai perceber que é uma ótima opção para ter mais sabor e cor no prato que vai fazer. As ervilhas compradas em conserva ou salmoura são desbotadas, algumas sem gosto ou muito cozidas e as ervilhas frescas nem sempre estão disponíveis na geladeira, além de estragarem mais facilmente. Por isso há alguns anos adotei as congeladas e não me arrependi.

A crença popular prega que vegetais frescos são sempre mais saudáveis e mais nutritivos se comparados a vegetais processados, pois o processamento causaria perda de nutrientes. Mas, andei pesquisando um pouco sobre o assunto e conforme pesquisas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, alguns métodos, como o congelamento, podem preservar os níveis nutricionais no alimento.

A ervilha congelada é um produto relativamente novo no mercado brasileiro. Grande parte do produto vendido no mercado nacional é importada e apenas reembalada por empresas nacionais. O congelamento rápido é muito importante para a qualidade nutricional do produto, pois as perdas de algumas vitaminas podem chegar até 50% nos primeiros 7 dias pós-colheita.

A ervilha congelada tem como grande vantagem, a manutenção das propriedades nutricionais e de cor da ervilha in natura, bem como o aumento de sua validade para consumo. Na hora de escolher ervilhas congeladas, prefira aquelas que estiverem com grãos mais soltos dentro da embalagem, o aglomerado de grãos indica que o processo de congelamento não foi tão adequado o quanto poderia.

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Cardamomo é considerado uma das especiarias mais caras do mundo. Nativo do sul da Índia, é uma erva aromática que pertence à família Zingiberaceae, ou seja, parente do gengibre. As sementes são escuras e nascem dentro de uma cápsula de cor verde. O cardamomo é componente de várias misturas de temperos como o curry, por exemplo.

Essa especiaria era, há muito tempo, mastigada pelos egípcios, como meio de limpar os dentes e refrescar o hálito. Só depois de muito tempo foram descobertas suas propriedades antissépticas, analgésicas, diuréticas, digestivas, expectorantes, laxantes, sedativas e afrodisíacas.

Na hora de comprar o cardamomo, evite o tipo em pó, pois assim já terá perdido grande parte de seu sabor e aroma. O de melhor qualidade é o de cor verde. O cardamomo de cor clara, ou está velho, ou foi colhido fora de época e seco ao sol. Observe bem se não tem furinhos nas cascas, pois podem ter carunchos. Ao abrir a cápsula, as sementes devem estar bem escuras, quase pretas. Se estiverem acinzentadas, é sinal de que está velho.

Eu concordo que, olhando assim, não parece muito apetitoso! Vamos combinar…essas sementinhas parecem mesmo é com “caquinha de lagartixa”! Mas se você provar ou sentir o aroma, vai percebeu o quanto é especial.

Na gastronomia, o cardamomo pode ser utilizado para aromatizar pratos salgados e doces, além de bebidas. Fica muito bom no café e no chocolate quente, combina com baunilha, com frutas cozidas, arroz doce, pudins, tortas e bolos. Pode ser usado inteiro ou moído. Minha receita preferida é um brigadeiro de especiarias com chocolate branco que eu mesma criei. E, deixando a modéstia de lado…é maravilhoso! Um dia desses passo a receita pra vocês! (foto:eugourmet)

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Também conhecido como erva-doce-chinesa, o anis estrelado é a especiaria mais charmosa de todas! Mas, como usar essa belezinha?

No Brasil, o anis estrelado é bem pouco utilizado, justamente porque as pessoas não sabem muito bem como aproveitar. O anis é um dos ingredientes do composto chamado: Cinco especiarias chinesas. É uma especiaria muito importante na cozinha da China, Vietnã, Coréia e Japão, para preparar caldos e sopas, é usado em alguns pratos da cozinha indiana, como o biryani (preparação de arroz com carne), e também para aromatizar cafés e algumas bebidas alcoólicas, como o Ouzo, da Grécia, e o Raki, da Turquia.

O anis tem sabor forte e por isso não é necessário moer para utilizar, basta uma estrela a para condimentar uma preparação. As sementes quase não têm sabor e podem amargar, por isso, são normalmente retiradas e descartadas. É conhecido também por suas propriedades antissépticas, antiinflamatórias, calmantes, digestivas e diuréticas, o anis é milenarmente usado com finalidade medicinal, além de culinária. Dizem até que tem efeitos tóxicos, se consumido em excesso provoca embriaguez, confusão mental e tremores.

Por ter notas doces e picantes, ele também vai bem em preparações salgadas. Mas, combina bem mesmo é com doces, geléias, sobremesas e principalmente em compotas de frutas. Minha receita favorita é uma calda de morangos com anis que você pode servir sobre um sorvete de creme ou mascarpone, bolo, panacota… hummmm.

Experimenta aí! Não se prenda somente na canela e cravo da índia!
(foto:eugourmet)

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creme balsamico

O creme balsâmico, ou creme de balsâmico, tem uma linda coloração negra e brilho intenso, com aroma, sabor e textura diferenciados. Ele é elaborado a partir da redução de vinagre balsâmico, com envelhecimento em barricas de carvalho, são geralmente produzidos por produtores de vinhos e trazem um toque todo especial de vinho e mel capaz de transformar qualquer prato.

Você já deve ter ouvido falar ou deve ter visto numa receita o termo “redução de balsâmico”, pois então, o creme balsâmico nada mais mais é do que um tipo de redução do vinagre balsâmico, que pode ser usado na finalização de pratos, em temperos para saladas, queijos, em coberturas de assados, geleias, frutas e inúmeras outras preparações. Hoje é considerado um dos mais requintados recursos utilizados pelos chefs para decoração de pratos.

Minha preparação preferida com creme balsâmico é a cebola caramelada pra acompanhar sanduíches! Logo logo passo a receita para vocês!

Eu prefiro comprar o creme pronto que fica da despensa e posso usar a qualquer momento. Mas se você não encontra na sua cidade o creme e quer fazer em casa é só seguir essa receitinha.

Ingredientes: 500ml de vinagre balsâmico e 3 colheres (sopa) de mel (ou uma colher cheia de açúcar mascavo)

Modo de fazer: Em uma panela coloque o vinagre balsâmico e o mel, misture bem. Leve para ferver em fogo bem baixo para não queimar. Deixe reduzindo até que forme um caramelo leve (o molho cai da colher em fio, engrossa um pouco depois de frio). Então, é só deixar esfriar completamente e guardar em recipiente bem fechado fora da geladeira. Rende aproximadamente 100 ml depois de reduzido. Obs: Você pode acrescentar outros ingredientes, especiarias, etc., mas se fizer a redução básica poderá utilizar de formas mais diversas. (foto: eugourmet)

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Fumaça Líquida

Você já ouviu falar em fumaça líquida? Não? Então, vou te contar!

Ela é extraída a partir da queima da madeira, onde é então canalizada e pressurizada para a água, depois são adicionados especiarias e corantes, são colocados em frascos e vendidos nos supermercados e casa de produtos gourmet.

A fumaça líquida ainda é um produto desconhecido pela maioria das pessoas, quando ouvem falar acham estranho e ficam curiosas, quando sentem o cheiro ficam encantadas e loucas para provar. O cheiro é realmente surpreendente, o sabor também!

Essa é mais uma moda de americano com certeza! Com ela você pode colocar gosto de defumado em diversos alimentos, pois ela pode ser adicionada não apenas em preparações a base de carne vermelha, mas em carnes brancas, peixes, molhos, saladas, feijão, caldos e até sopas.

Para arriscar, comece usando na carne vermelha mesmo. Eu comecei colocando no hambúrguer, você escolhe a carne moída que preferir e tempera com sal, pimenta, alho, cebola, salsa, etc. Por último, adiciona a fumaça liquida aos poucos e vai provando até ficar do seu gosto. Daí, você modela os hambúrgueres e coloca na grelha da churrasqueira pra fechar com chave de ouro!

Na costelinha também fica demais! Eu uso da marca Colgin que encontro no supermercado, mas você pode testar outra marca e me contar depois!

(foto: divulgação)

 

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Afinal, qual é o vinho certo para cozinhar? A resposta é simples: não existe certo ou errado, mas existe comida, comida boa e comida deliciosa… se é que você me entende…

O vinho é hoje um ingrediente muito utilizado na gastronomia para realçar o sabor e aromatizar os alimentos. E, vamos combinar: comprar filé mignon, camarões ou cordeiro, e depois temperar com vinho barato não parece muito inteligente, concorda? Isso não significa que você precisa comprar vinhos caríssimos para cozinhar, mas sim, equilibrar com bom senso.

Essa história de que você deve cozinhar com o vinho que vai servir aos convidados, parece um pouco de loucura, pelo menos pra mim. Se você for servir um vinho comprado por 200 reais, por exemplo, é quase um pecado mortal usar 100 ml para colocar na comida. Mas, se esse mesmo vinho sobrou de um jantar dias atrás, o pecado já não é tão mortal.

Não sou especialista em vinhos, procuro comprar para cozinhar os que custam entre 40 e 70 reais, existem vinhos muito bons, nacionais e importados, nessa faixa de valores. O que acredito mesmo, é que não posso usar para cozinhar um vinho que não teria coragem de beber, entende? O vinho deve ser no mínimo bom. Os mais utilizados são os brancos secos ou tintos secos, conheço poucas receitas que levam vinho suave. Procure não substituir o tipo do vinho especificado na receita que você vai preparar para não comprometer o resultado final. (foto: autor desconhecido)

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Ervas Finas – Originalmente, as ervas finas são frescas e não desidratadas. Mas pelo que percebo conversando com as pessoas, é que muitos utilizam a forma desidrata por ser mais fácil e por que a mistura já vem pronta. As ervas finas são geralmente compostas por salsinha, cebolinha, estragão e tomilho. Podemos encontrar diferentes composições, mas de todas essa é a mais básica. É ideal no preparo de molhos, omeletes, saladas, carnes e aves.

O ideal mesmo é usar as ervas finas frescas, pois adicionam sabor mais suave e uma cor mais viva. É importante lembrar que, por se tratar de ervas frescas, não resistem a longa cocção e devem ser adicionadas somente ao final da produção.

Ervas Provence – É uma mistura bem elaborada de ervas desidratadas. Embora existam variações, no geral são produzidas com louro, manjericão, tomilho, alecrim, sálvia, salsa, orégano, segurelha, estragão, menta e manjerona. O nome se deve porque surgiram originalmente em uma região chamada Provence, nas colinas do sul da França, que são pródigas em ervas aromáticas. Você pode também encontrar embalagens onde são chamadas de Ervas de Provença ou Ervas de Provance, mas trata-se basicamente do mesmo produto.

 

Veja na foto acima como os dois tipo são quase idênticos quando as ervas finas estão na forma desidratada, se você retirar da embalagem vai ficar difícil identificar. O cheiro é diferente, mas ainda assim é possível confundir. (foto: eugourmet)

 

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