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CREME BALSÂMICO

creme balsamico

O creme balsâmico, ou creme de balsâmico, tem uma linda coloração negra e brilho intenso, com aroma, sabor e textura diferenciados. Ele é elaborado a partir da redução de vinagre balsâmico, com envelhecimento em barricas de carvalho, são geralmente produzidos por produtores de vinhos e trazem um toque todo especial de vinho e mel capaz de transformar qualquer prato.

Você já deve ter ouvido falar ou deve ter visto numa receita o termo “redução de balsâmico”, pois então, o creme balsâmico nada mais mais é do que um tipo de redução do vinagre balsâmico, que pode ser usado na finalização de pratos, em temperos para saladas, queijos, em coberturas de assados, geleias, frutas e inúmeras outras preparações. Hoje é considerado um dos mais requintados recursos utilizados pelos chefs para decoração de pratos.

Minha preparação preferida com creme balsâmico é a cebola caramelada pra acompanhar sanduíches! Logo logo passo a receita para vocês!

Eu prefiro comprar o creme pronto que fica da despensa e posso usar a qualquer momento. Mas se você não encontra na sua cidade o creme e quer fazer em casa é só seguir essa receitinha.

Ingredientes: 500ml de vinagre balsâmico e 3 colheres (sopa) de mel (ou uma colher cheia de açúcar mascavo)

Modo de fazer: Em uma panela coloque o vinagre balsâmico e o mel, misture bem. Leve para ferver em fogo bem baixo para não queimar. Deixe reduzindo até que forme um caramelo leve (o molho cai da colher em fio, engrossa um pouco depois de frio). Então, é só deixar esfriar completamente e guardar em recipiente bem fechado fora da geladeira. Rende aproximadamente 100 ml depois de reduzido. Obs: Você pode acrescentar outros ingredientes, especiarias, etc., mas se fizer a redução básica poderá utilizar de formas mais diversas. (foto: eugourmet)

FUMAÇA LÍQUIDA

Fumaça Líquida

Você já ouviu falar em fumaça líquida? Não? Então, vou te contar!

Ela é extraída a partir da queima da madeira, onde é então canalizada e pressurizada para a água, depois são adicionados especiarias e corantes, são colocados em frascos e vendidos nos supermercados e casa de produtos gourmet.

A fumaça líquida ainda é um produto desconhecido pela maioria das pessoas, quando ouvem falar acham estranho e ficam curiosas, quando sentem o cheiro ficam encantadas e loucas para provar. O cheiro é realmente surpreendente, o sabor também!

Essa é mais uma moda de americano com certeza! Com ela você pode colocar gosto de defumado em diversos alimentos, pois ela pode ser adicionada não apenas em preparações a base de carne vermelha, mas em carnes brancas, peixes, molhos, saladas, feijão, caldos e até sopas.

Para arriscar, comece usando na carne vermelha mesmo. Eu comecei colocando no hambúrguer, você escolhe a carne moída que preferir e tempera com sal, pimenta, alho, cebola, salsa, etc. Por último, adiciona a fumaça liquida aos poucos e vai provando até ficar do seu gosto. Daí, você modela os hambúrgueres e coloca na grelha da churrasqueira pra fechar com chave de ouro!

Na costelinha também fica demais! Eu uso da marca Colgin que encontro no supermercado, mas você pode testar outra marca e me contar depois!

(foto: divulgação)

 

Afinal, qual é o vinho certo para cozinhar? A resposta é simples: não existe certo ou errado, mas existe comida, comida boa e comida deliciosa… se é que você me entende…

O vinho é hoje um ingrediente muito utilizado na gastronomia para realçar o sabor e aromatizar os alimentos. E, vamos combinar: comprar filé mignon, camarões ou cordeiro, e depois temperar com vinho barato não parece muito inteligente, concorda? Isso não significa que você precisa comprar vinhos caríssimos para cozinhar, mas sim, equilibrar com bom senso.

Essa história de que você deve cozinhar com o vinho que vai servir aos convidados, parece um pouco de loucura, pelo menos pra mim. Se você for servir um vinho comprado por 200 reais, por exemplo, é quase um pecado mortal usar 100 ml para colocar na comida. Mas, se esse mesmo vinho sobrou de um jantar dias atrás, o pecado já não é tão mortal.

Não sou especialista em vinhos, procuro comprar para cozinhar os que custam entre 40 e 70 reais, existem vinhos muito bons, nacionais e importados, nessa faixa de valores. O que acredito mesmo, é que não posso usar para cozinhar um vinho que não teria coragem de beber, entende? O vinho deve ser no mínimo bom. Os mais utilizados são os brancos secos ou tintos secos, conheço poucas receitas que levam vinho suave. Procure não substituir o tipo do vinho especificado na receita que você vai preparar para não comprometer o resultado final. (foto: autor desconhecido)

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Ervas Finas – Originalmente, as ervas finas são frescas e não desidratadas. Mas pelo que percebo conversando com as pessoas, é que muitos utilizam a forma desidrata por ser mais fácil e por que a mistura já vem pronta. As ervas finas são geralmente compostas por salsinha, cebolinha, estragão e tomilho. Podemos encontrar diferentes composições, mas de todas essa é a mais básica. É ideal no preparo de molhos, omeletes, saladas, carnes e aves.

O ideal mesmo é usar as ervas finas frescas, pois adicionam sabor mais suave e uma cor mais viva. É importante lembrar que, por se tratar de ervas frescas, não resistem a longa cocção e devem ser adicionadas somente ao final da produção.

Ervas Provence – É uma mistura bem elaborada de ervas desidratadas. Embora existam variações, no geral são produzidas com louro, manjericão, tomilho, alecrim, sálvia, salsa, orégano, segurelha, estragão, menta e manjerona. O nome se deve porque surgiram originalmente em uma região chamada Provence, nas colinas do sul da França, que são pródigas em ervas aromáticas. Você pode também encontrar embalagens onde são chamadas de Ervas de Provença ou Ervas de Provance, mas trata-se basicamente do mesmo produto.

 

Veja na foto acima como os dois tipo são quase idênticos quando as ervas finas estão na forma desidratada, se você retirar da embalagem vai ficar difícil identificar. O cheiro é diferente, mas ainda assim é possível confundir. (foto: eugourmet)

 

FLOR DE SAL

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Flor de sal é o nome que se dá aos primeiros cristais de sal retirados de finas películas que se formam na superfície da água das salinas e nunca tocam o fundo do mar. A flor de sal é uma fonte rica e natural de ferro, zinco, magnésio, iodo, flúor, sódio, cálcio, potássio e cobre, e, por não sofrer processo de refino, é considera mais adequada à nossa saúde do que o sal comum.

A flor de sal é muito mais saborosa do que o sal refinado, mas também é bem mais cara. Por isso, não é recomendado que ela seja usada para temperar alimentos que serão cozidos, pois dessa forma perde toda a sua crocancia, que é seu charme principal. Ela pode ser usada para temperar saladas, antepastos, brusquetas, etc., tomando sempre o cuidado de não exagerar, já que seu sabor é bem mais concentrado do que o do sal comum.

Para ler mais sobre sal clique aqui.

(foto: eugourmet)

mirepoix

Mirepoix (pronuncia-se mirepoá), é tradicionalmente utilizado para fazer fundos, ou caldos, “camas” para assados e o que mais você quiser fazer, porque aqui o gourmet é você, certo?

Nada mais é do que a mistura de cebolas, salsão e cenouras, cortados em cubos e em proporções bem definidas. A medida exata para um mirepoix equilibrado é de duas medidas de cebola, para uma de salsão e uma de cenoura.

Então, quando você pegar uma receita que peça 400 g de mirepoix, não mude de página! É só juntar 200 g de cebola picada, com 100 g de salsão picado e 100 g de cenoura picada. Fácil!

No caso de assados, você mistura tudo e espalha no fundo da assadeira (pode até regar com vinho), e acomodar a carne, frango, cordeiro, etc…por cima, assim o assado não queima por baixo e pega o sabor dos legumes. Ao final do cozimento, sobram os legumes super cozidos e às vezes até meio “feiosos”, mas com o sabor da carne. A partir daí, você pode fazer um molho daqueles! Coloque a assadeira diretamente na chama do fogão e coloque um pouco de algum líquido, água ou vinho, vai mexendo até sair aquela “sugeirinha” saborosíssima que pode render um molho delicioso para o seu assado. É só coar e separar os legumes para aproveitar depois, se quiser.

Já no caso de caldos, você adiciona 2 litros de água e cozinha por 2 horas, depois utiliza somente a água para dar sabor a molhos, cremes, consommés, etc. Já usei os legumes cozidos que sobram para fazer sopas, bem batidos no liquidificador e acrescidos de carne desfiada, fazem o maior sucesso! Nada se perde.

Use sempre tudo bem lavadinho, o salsão sem as folhas e a cenoura sem a casca.

PATÊ DE CALABRESA

Pate de Calabresa

Ingredientes

250 g de linguiça calabresa defumada

150 ml de molho de tomate peneirado

1 colher (sopa) de extrato de tomate

2 colheres (sopa) de um bom azeite

3 colheres de salsa (somente as folhas)

1 galho de alecrim (somente as folhas)

1 colher (sobremesa) de tomilho (folhas) – opcional

Molho de pimenta a gosto, sal e pimenta do reino moída na hora.

 

Antes de começar, retire a pela da linguiça (se tiver) e corte e pedaços, separe as folhas das ervas e deixe todos os ingrediente à mão. No processador, coloque primeiro a linguiça, o molho de tomate e o extrato de tomate. Processe bem até ficar homogêneo. Em seguida, coloque o azeite e processe novamente.

Daí, é hora de temperar. Com o processador ligado coloque as ervas, sal e pimenta do reino. O molho de pimenta precisa ser aos poucos para não exagerar, prove e acerte o tempero conforme seu gosto. Eu não gosto quando a pimenta “rouba” o sabor do preparo, então, uso uma pimenta Tabasco Suave e fica muito bom. Você pode usar a pimenta que preferir. Coloque para gelar e sirva com torradas, pãezinhos ou até num sanduíche frio.

Obs: Escolha uma linguiça bem defumada, pois este preparo não tem fase de cozimento. Se preferir use linguiça fininha cozida e defumada e também vai ficar muito bom.

 

 

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Quem acompanha meu blog já deve ter percebido que eu tenho um “Q” de acumuladora de “lixo”. Mas eu só aproveito o que realmente vale a pena. Minha paixão mesmo são os potinhos e garrafas de vidro, mas essa latinha de manteiga me inspirou! Fica ótima numa mesa de café da manhã, numa varanda ou onde você achar que combina.

Confesso que não sou uma exímia cultivadora de plantas, não sei conversar com elas e as vezes me esqueço de colocar água, por isso, opto sempre por tipos que não precisam de água todos os dias. Se você gostou da idéia, cuide para que o vasinho onde a planta está fixada tenha furinhos de drenagem, assim a lata serve apenas de suporte. Se você prefere plantar diretamente na lata, vai precisar fazer furinhos na lata e usar um pratinho por baixo.

Veja também esses posts: Mais que potinhos de geléia e Flores em potinhos

Foto: eugourmet

drumet com bacon

Drumet de frango é nada mais que a coxinha da asa do frango, aqui com roupa de festa!

São facilmente encontradas nos açougues e supermercados, muitos até em bandejinhas. Nessa receita você pode calcular 3 ou 4 unidades por pessoa, vai depender da turma e da ocasião!

Ingredientes

3 a 4 coxinhas da asa por pessoa

1 dente de alho espremido para cada 4 coxinhas

1 fatia de bacon para cada coxinha

tomilho fresco, sal e pimenta do reino preta moída na hora

 

drumet preparoAntes de qualquer coisa é necessário expor o osso da coxinha fazendo um corte na base com uma faca de desossa, preferencialmente, ou uma faca com bom corte. Corte a pele, circulando a faca e aos poucos vá cortando os pequenos nervos que ficam por dentro. Depois raspe a faca no osso (sentido da base para a carne) para deixar o osso bem solto e a gordura do bacon penetrar na carne enquanto assa. (hummmm!!)

Em seguida tempere as asinhas com o alho espremido, sal e pimenta a gosto. Então pegue as coxinhas, uma a uma, junte um galhinho de tomilho, enrole no ossinho uma fatia de bacon e prenda com um palito. Feito isso com todas as coxinhas, disponha numa assadeira e ajeite para que fiquem de pé enquanto assam. Leve ao forno pré-aquecido em 180 graus e mantenha por aproximadamente 1 hora, veja se está no ponto da sua preferência e deixe por mais tempo, se necessário.

Na minha casa, o pessoal não gosta de frango muito seco e não come a pele, então não deixo tostar muito. Só não pode ficar crú, frango crú ninguém merece! Se você gosta bem tostado, pode colocar as asinhas sobre uma grade dentro da assadeira, assim ela fica bem sequinha.

Acomode sobre uma farofa da sua preferência, ou purê de batatas, de forma que fiquem de pé, bem bonitinhas e comportadas!

É um trio de facas muito legal de se ter em casa. Sobre a faca de chef, já escrevi num outro post, e ela continua sendo um item indispensável na cozinha, que serve para cortar carne, picar cebola, ervas e etc., mas se você quer melhorar o seu “arsenal” vai precisar de pelo menos mais duas delas.

facas eugourmet

A faquinha menor que eu mostro na foto acima é a de cortar legumes, é uma faca que você pode usar para descascar os legumes, retirar pequenos defeitinhos, cabinhos e outros detalhes menores em que é necessário segurar o legume na mão para poder cortar, ou seja, não tem como apoiar numa tábua. Já imaginou descascar uma batata com uma faca de chef?!?! Perigo total e pouco resultado.

A faca média é a de desossar. Aí você deve estar pensando: “eu, desossar um frango?!?!”. Eu também pensava assim, é muito mais fácil pedir tudo pronto do açougue! Mas as vezes o açougueiro não faz exatamente como a gente precisa e essa faca também é muito útil para limpar um filé mignon, retirar gorduras e nervos de qualquer carne que seja necessário.

Enfim, acho que com essas três facas você fica bem “armado” para enfrentar as aventuras na cozinha. Se for comprar, opte sempre pelas facas com lâminas inteiriças que são mais firmes e não tem risco de quebrar e causar acidentes. Guarde-as sempre bem secas e com a lâmina protegida para que durem bastante tempo e, por último, mantenha sempre afiadas para que você tenha bom resultado nos preparos, faca boa é faca afiada! Leia também: Faca – Como escolher a melhor.

(foto: eugourmet)