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Também conhecido como erva-doce-chinesa, o anis estrelado é a especiaria mais charmosa de todas! Mas, como usar essa belezinha?

No Brasil, o anis estrelado é bem pouco utilizado, justamente porque as pessoas não sabem muito bem como aproveitar. O anis é um dos ingredientes do composto chamado: Cinco especiarias chinesas. É uma especiaria muito importante na cozinha da China, Vietnã, Coréia e Japão, para preparar caldos e sopas, é usado em alguns pratos da cozinha indiana, como o biryani (preparação de arroz com carne), e também para aromatizar cafés e algumas bebidas alcoólicas, como o Ouzo, da Grécia, e o Raki, da Turquia.

O anis tem sabor forte e por isso não é necessário moer para utilizar, basta uma estrela a para condimentar uma preparação. As sementes quase não têm sabor e podem amargar, por isso, são normalmente retiradas e descartadas. É conhecido também por suas propriedades antissépticas, antiinflamatórias, calmantes, digestivas e diuréticas, o anis é milenarmente usado com finalidade medicinal, além de culinária. Dizem até que tem efeitos tóxicos, se consumido em excesso provoca embriaguez, confusão mental e tremores.

Por ter notas doces e picantes, ele também vai bem em preparações salgadas. Mas, combina bem mesmo é com doces, geléias, sobremesas e principalmente em compotas de frutas. Minha receita favorita é uma calda de morangos com anis que você pode servir sobre um sorvete de creme ou mascarpone, bolo, panacota… hummmm.

Experimenta aí! Não se prenda somente na canela e cravo da índia!
(foto:eugourmet)

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BRIGADEIRO BELGA

brigadeiro belga

Se você precisa fazer uma sobremesa pra agradar todo mundo, adultos e crianças, aposte em um brigadeiro numa versão mais gourmet, dê um toque de charme na apresentação e arrase!

Ingredientes

400 g de leite condensado moça

300 g de creme de leite frimesa

150 g de chocolate belga 54% cacau

30 g de cacau em pó peneirado

 

Olha, eu não costumo falar da marcas dos ingredientes que eu uso nas receitas, mas neste caso não teve jeito. Até hoje não encontrei um leite condensando tão bom quanto o Moça e também não acho que valha a pela usar chocolate belga numa receita e economizar no leite condensado…entende né!!! O creme de leite da Frimesa tem 20% de gordura na sua composição e, por isso, você não precisa usar manteiga na receita. O chocolate belga pode ser da marca que você encontrar na sua cidade, mas tem que ser belga mesmo, ok? Da belgica. Eu uso da marca Callebaut em gotas (callets).

Escolha uma panela grossa e uma espatula de silicone própria para o calor do fogo. Se o chocolate estiver em barra, corte bem antes de usar. Misture o leite condensado, o creme de leite e o cacau até ficar bem homogêneo e só depois coloque o chocolate belga. Misture tudo e leve ao fogo sempre no minimo para não queimar. Com a espatula, percorra toda a panela para evitar que algumas quinas fiquem grudando. Cozinhe até o ponto desejado, lembrando que depois de frio vai ficar mais duro.

Eu gosto muito de servir em copinhos de cachaça para ficar bem charmoso, então tiro do fogo ainda meio molinho. Se você for enrolar, deve esperar desgrudar do fundo da panela. Com cuidado, tombe um pouco a panela e veja a massa desgrudar sozinha do fundo, deixe esfriar completamente e só depois enrole. Passe pelo confeito da sua preferência. Um bom confeito, de preferência belga, para não depreciar seu doce.

Dessa vez eu coloquei um morango em cada copinho para decorar porque a época favorece, mas você pode usar uva sem semente, cereja, nozes, um damasco inteiro, etc. Se você for fã de chocolate bem amargo pode usar chocolate belga 70% e vai ficar muito bom também, só não vai agradar crianças. Ah, não encha demais os copinhos, sua visita pode repetir se quiser!

(foto: eugourmet)

CREME BALSÂMICO

creme balsamico

O creme balsâmico, ou creme de balsâmico, tem uma linda coloração negra e brilho intenso, com aroma, sabor e textura diferenciados. Ele é elaborado a partir da redução de vinagre balsâmico, com envelhecimento em barricas de carvalho, são geralmente produzidos por produtores de vinhos e trazem um toque todo especial de vinho e mel capaz de transformar qualquer prato.

Você já deve ter ouvido falar ou deve ter visto numa receita o termo “redução de balsâmico”, pois então, o creme balsâmico nada mais mais é do que um tipo de redução do vinagre balsâmico, que pode ser usado na finalização de pratos, em temperos para saladas, queijos, em coberturas de assados, geleias, frutas e inúmeras outras preparações. Hoje é considerado um dos mais requintados recursos utilizados pelos chefs para decoração de pratos.

Minha preparação preferida com creme balsâmico é a cebola caramelada pra acompanhar sanduíches! Logo logo passo a receita para vocês!

Eu prefiro comprar o creme pronto que fica da despensa e posso usar a qualquer momento. Mas se você não encontra na sua cidade o creme e quer fazer em casa é só seguir essa receitinha.

Ingredientes: 500ml de vinagre balsâmico e 3 colheres (sopa) de mel (ou uma colher cheia de açúcar mascavo)

Modo de fazer: Em uma panela coloque o vinagre balsâmico e o mel, misture bem. Leve para ferver em fogo bem baixo para não queimar. Deixe reduzindo até que forme um caramelo leve (o molho cai da colher em fio, engrossa um pouco depois de frio). Então, é só deixar esfriar completamente e guardar em recipiente bem fechado fora da geladeira. Rende aproximadamente 100 ml depois de reduzido. Obs: Você pode acrescentar outros ingredientes, especiarias, etc., mas se fizer a redução básica poderá utilizar de formas mais diversas. (foto: eugourmet)

FUMAÇA LÍQUIDA

Fumaça Líquida

Você já ouviu falar em fumaça líquida? Não? Então, vou te contar!

Ela é extraída a partir da queima da madeira, onde é então canalizada e pressurizada para a água, depois são adicionados especiarias e corantes, são colocados em frascos e vendidos nos supermercados e casa de produtos gourmet.

A fumaça líquida ainda é um produto desconhecido pela maioria das pessoas, quando ouvem falar acham estranho e ficam curiosas, quando sentem o cheiro ficam encantadas e loucas para provar. O cheiro é realmente surpreendente, o sabor também!

Essa é mais uma moda de americano com certeza! Com ela você pode colocar gosto de defumado em diversos alimentos, pois ela pode ser adicionada não apenas em preparações a base de carne vermelha, mas em carnes brancas, peixes, molhos, saladas, feijão, caldos e até sopas.

Para arriscar, comece usando na carne vermelha mesmo. Eu comecei colocando no hambúrguer, você escolhe a carne moída que preferir e tempera com sal, pimenta, alho, cebola, salsa, etc. Por último, adiciona a fumaça liquida aos poucos e vai provando até ficar do seu gosto. Daí, você modela os hambúrgueres e coloca na grelha da churrasqueira pra fechar com chave de ouro!

Na costelinha também fica demais! Eu uso da marca Colgin que encontro no supermercado, mas você pode testar outra marca e me contar depois!

(foto: divulgação)

 

Afinal, qual é o vinho certo para cozinhar? A resposta é simples: não existe certo ou errado, mas existe comida, comida boa e comida deliciosa… se é que você me entende…

O vinho é hoje um ingrediente muito utilizado na gastronomia para realçar o sabor e aromatizar os alimentos. E, vamos combinar: comprar filé mignon, camarões ou cordeiro, e depois temperar com vinho barato não parece muito inteligente, concorda? Isso não significa que você precisa comprar vinhos caríssimos para cozinhar, mas sim, equilibrar com bom senso.

Essa história de que você deve cozinhar com o vinho que vai servir aos convidados, parece um pouco de loucura, pelo menos pra mim. Se você for servir um vinho comprado por 200 reais, por exemplo, é quase um pecado mortal usar 100 ml para colocar na comida. Mas, se esse mesmo vinho sobrou de um jantar dias atrás, o pecado já não é tão mortal.

Não sou especialista em vinhos, procuro comprar para cozinhar os que custam entre 40 e 70 reais, existem vinhos muito bons, nacionais e importados, nessa faixa de valores. O que acredito mesmo, é que não posso usar para cozinhar um vinho que não teria coragem de beber, entende? O vinho deve ser no mínimo bom. Os mais utilizados são os brancos secos ou tintos secos, conheço poucas receitas que levam vinho suave. Procure não substituir o tipo do vinho especificado na receita que você vai preparar para não comprometer o resultado final. (foto: autor desconhecido)

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Ervas Finas – Originalmente, as ervas finas são frescas e não desidratadas. Mas pelo que percebo conversando com as pessoas, é que muitos utilizam a forma desidrata por ser mais fácil e por que a mistura já vem pronta. As ervas finas são geralmente compostas por salsinha, cebolinha, estragão e tomilho. Podemos encontrar diferentes composições, mas de todas essa é a mais básica. É ideal no preparo de molhos, omeletes, saladas, carnes e aves.

O ideal mesmo é usar as ervas finas frescas, pois adicionam sabor mais suave e uma cor mais viva. É importante lembrar que, por se tratar de ervas frescas, não resistem a longa cocção e devem ser adicionadas somente ao final da produção.

Ervas Provence – É uma mistura bem elaborada de ervas desidratadas. Embora existam variações, no geral são produzidas com louro, manjericão, tomilho, alecrim, sálvia, salsa, orégano, segurelha, estragão, menta e manjerona. O nome se deve porque surgiram originalmente em uma região chamada Provence, nas colinas do sul da França, que são pródigas em ervas aromáticas. Você pode também encontrar embalagens onde são chamadas de Ervas de Provença ou Ervas de Provance, mas trata-se basicamente do mesmo produto.

 

Veja na foto acima como os dois tipo são quase idênticos quando as ervas finas estão na forma desidratada, se você retirar da embalagem vai ficar difícil identificar. O cheiro é diferente, mas ainda assim é possível confundir. (foto: eugourmet)

 

FLOR DE SAL

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Flor de sal é o nome que se dá aos primeiros cristais de sal retirados de finas películas que se formam na superfície da água das salinas e nunca tocam o fundo do mar. A flor de sal é uma fonte rica e natural de ferro, zinco, magnésio, iodo, flúor, sódio, cálcio, potássio e cobre, e, por não sofrer processo de refino, é considera mais adequada à nossa saúde do que o sal comum.

A flor de sal é muito mais saborosa do que o sal refinado, mas também é bem mais cara. Por isso, não é recomendado que ela seja usada para temperar alimentos que serão cozidos, pois dessa forma perde toda a sua crocancia, que é seu charme principal. Ela pode ser usada para temperar saladas, antepastos, brusquetas, etc., tomando sempre o cuidado de não exagerar, já que seu sabor é bem mais concentrado do que o do sal comum.

Para ler mais sobre sal clique aqui.

(foto: eugourmet)