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Archive for the ‘Variedades’ Category

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Quem acompanha meu blog já deve ter percebido que eu tenho um “Q” de acumuladora de “lixo”. Mas eu só aproveito o que realmente vale a pena. Minha paixão mesmo são os potinhos e garrafas de vidro, mas essa latinha de manteiga me inspirou! Fica ótima numa mesa de café da manhã, numa varanda ou onde você achar que combina.

Confesso que não sou uma exímia cultivadora de plantas, não sei conversar com elas e as vezes me esqueço de colocar água, por isso, opto sempre por tipos que não precisam de água todos os dias. Se você gostou da idéia, cuide para que o vasinho onde a planta está fixada tenha furinhos de drenagem, assim a lata serve apenas de suporte. Se você prefere plantar diretamente na lata, vai precisar fazer furinhos na lata e usar um pratinho por baixo.

Veja também esses posts: Mais que potinhos de geléia e Flores em potinhos

Foto: eugourmet

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É um trio de facas muito legal de se ter em casa. Sobre a faca de chef, já escrevi num outro post, e ela continua sendo um item indispensável na cozinha, que serve para cortar carne, picar cebola, ervas e etc., mas se você quer melhorar o seu “arsenal” vai precisar de pelo menos mais duas delas.

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A faquinha menor que eu mostro na foto acima é a de cortar legumes, é uma faca que você pode usar para descascar os legumes, retirar pequenos defeitinhos, cabinhos e outros detalhes menores em que é necessário segurar o legume na mão para poder cortar, ou seja, não tem como apoiar numa tábua. Já imaginou descascar uma batata com uma faca de chef?!?! Perigo total e pouco resultado.

A faca média é a de desossar. Aí você deve estar pensando: “eu, desossar um frango?!?!”. Eu também pensava assim, é muito mais fácil pedir tudo pronto do açougue! Mas as vezes o açougueiro não faz exatamente como a gente precisa e essa faca também é muito útil para limpar um filé mignon, retirar gorduras e nervos de qualquer carne que seja necessário.

Enfim, acho que com essas três facas você fica bem “armado” para enfrentar as aventuras na cozinha. Se for comprar, opte sempre pelas facas com lâminas inteiriças que são mais firmes e não tem risco de quebrar e causar acidentes. Guarde-as sempre bem secas e com a lâmina protegida para que durem bastante tempo e, por último, mantenha sempre afiadas para que você tenha bom resultado nos preparos, faca boa é faca afiada! Leia também: Faca – Como escolher a melhor.

(foto: eugourmet)

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Você sabe o porquê da pimenta ser do reino? Não. Então, vou te contar.

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A Piper nigrum, mais conhecida como pimenta preta, é uma planta trepadeira originária da Índia. Era levada para Portugal por mercadores asiáticos e seu valor era tão alto que dizem ter sido usada até como moeda junto com o ouro e a prata. A especiaria era muito utilizada na culinária real, pois resistia mais tempo às longas viagens de navio da época. Então, tornou-se conhecida no Brasil como pimenta de Portugal, portanto “do reino“.

A pimenta-do-reino é a especiaria mais importante comercializada mundialmente e muito utilizada como condimento. O Brasil é um dos maiores produtores de pimenta-do-reino e hoje é acessível à todas as classes sociais.

(foto: horta.info)

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O coentro é originário da Europa e do Oriente Médio, por isso é tão utilizado nas comidas tailandesas e indianas, mas também nas mexicanas e aqui no Brasil nas comidas nordestinas. Aqui  no Brasil o coentro é mais utilizado in natura (como  cheiro-verde) do que em grão como em outros países. Bem… eu sou das que odeiam! E posso dizer que conheço muitas pessoas que também odeiam.

O coentro é um “parente” da salsinha, só que com sabor bem mais marcante, por isso especialistas e chefs indicam começar pela raiz ou pelo grão, que são mais suaves, para depois experimentar utilizar as folhas. No nordeste o coentro é muito utilizado no tempero de peixes e frutos do mar, ou até na salada, é como se fosse a salsinha e cebolinha que usamos aqui no sul.

Não sei explicar o porquê de eu não gostar no coentro, mas tenho a sensação de estar comendo um produto químico, sei lá, algo que não deveria ser comido, rejeição mesmo. Algumas pessoas falam que tem gosto de maria-fedida, aquele bichinho verde que não cheira muito bem sabe…mas como eu nunca comi uma…não sei se é mesmo! (desculpe a gracinha, não resisti!)

Andei lendo um pouco sobre o coentro e descobri que alguns pesquisadores, depois de testes com centenas de pessoas, concluíram que se trata realmente de uma rejeição e está ligada a fatores genéticos. O óleo essencial de coentro tem propriedades bactericidas e fungicidas, analgésicas e ati-inflamatórias, além de ser um ótimo digestivo e rico em várias vitaminas. A verdade é que, nesse aspecto, vou preferir tomar chá de boldo, cápsulas de vitaminas e o que mais for preciso.

Mas, se você é dos que amam coentro…a amizade é a mesma! Só que não vai encontrar receitas que incluam coentro aqui no blog, não posso postar receitas sem testar!

(foto: gardenmania.com.br)

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Embora seja básico, andei recebendo mensagens de leitores solicitando ajuda para fazer arroz branco e resolvi atender. Se pra você este post não vai servir pra nada, espere o próximo!

Para fazer arroz para duas pessoas as quantidades são as seguintes:

1 xícara (chá) de arroz agulhinha de boa qualidade

1 dente de alho amassado ou triturado

1 colher de cebola bem picadinha

1 colher (sopa) de óleo de canola ou similar

1 colher (chá) de sal

2 xícaras (chá) de água quente

Obs: para fazer quantidades maiores, basta ir dobrando as quantidades. O importante é saber que para cada medida de arroz você vai usar o dobro da mesma medida de água, o alho e a cebola são a gosto.

Leve a água para aquecer. Numa panela, coloque o óleo, o alho, a cebola, o sal e o arroz e misture bem. Leve ao fogo e frite por 5 a 10 minutos mexendo sem parar em fogo médio. Eu não frito o tempero antes porque não acho necessário, tudo vai fritando junto e evita de queimar e escurecer o arroz. Parece serviço de prequiçoso, mas dá certo, principalmente para quem não tem muita prática.

Neste momento, a água já deve estar aquecida, então coloque-a no arroz com cuidado para não se queimar. Mexa levemente e deixe cozinhar por cinco minutos. Com uma colher dê apenas uma mexida no arroz e coloque a tampa na panela deixando-a semi aberta para não transbordar. Abaixe o fogo e cozinhar até perceber que não há mais água no fundo (abra o meio com um garfo). Deslique e tampe a panela. Deixe descansar por pelo menos 10 minutos. Então abra a panela e mexa delicadamente o arroz com um garfo (nunca com uma colher) para soltar os grãos e está pronto para servir.

Esse é um arroz bem branquinho e soltinho, mas se você gosta de arroz mais “papa” vai precisar de pelo menos mais 1/3 de xícara de água para o cozimento.

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Ingredientes

700 g de carne moída (pode ser patinho)

200 g de trigo para quibe

1 cebola média ralada

2 dentes de alho amassados

1 maço de salsinha picada

1/2 maço de hortelã picada (só as folhas)

Azeite e sal

Coloque o trigo numa tigela e acrescente 1 xícara de água quente. Deixe hidratar por 20 minutos ou mais. Enquanto isso, você pode lavar e picar as ervas, ralar a cebola, espremer o alho e untar a forma que vai utilizar com um pouco de azeite. Coloque o forno para aquecer a 250 graus.

Numa tigela, misture os temperos e o sal (aprox. 1/2 colher ou a gosto). Então, acrescente a carne moída misturando bem e por último o trigo hidratado. Não tenha medo de colocar a “mão na massa”, mexer com uma colher vai demorar muito para incorporar tudo. Só cuide para higienizar bem e estar com as unhas curtas.

Acomode na forma com uma colher e vá ajeitando com um garfo até que tudo esteja distribuído, mas não aperte demais o quibe para garantir que vai ficar macio. Pincele um pouco de azeite por cima e leve ao forno pré-aquecido por 30 minutos. Sirva acompanhado de azeite e limão. Se desejar decore com folhas de hortelã.

Dica: o que deixa o quibe leve e gostoso são a quantidade de trigo e os temperos. Não se engane, pensando que quanto mais carne melhor! Muita carne vai deixar o quibe pesado e denso. Abuse da hortelã se for do seu gosto, ao invés de 1/2 maço, utilize o maço inteiro.

(foto: eugourmet)

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FELIZ NATAL!

ESTE É O POST DE Nº 100! VIVA!

DESEJO A TODOS UM LINDO E SANTO NATAL!

QUE 2013 SEJA UM ANO AINDA MAIS GOURMET PRA TODOS NÓS!

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Vou tirar umas “feriazinhas” e em janeiro volto cheia de energia para mais 100, 200, 300 posts! Até lá!

(foto: eugourmet)

Márcia.

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